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GELADO DE MANTEIGA DE AMENDOIM E DOCE DE AMORA




1 cháv. de leite de soja
2 cháv. de natas de soja
3/4 cháv. de manteiga de amendoim (caseira ou de compra...it's up to you...)
3/4 de cháv. de açúcar mascavado
1 c. de sopa de essência de baunilha
4 c. de sopa de doce de amora
Misturar o leite , as natas a manteiga de amendoim e o açúcar e levar a cozinhar (na Bimby temp.100º , da forma tradicional em lume baixo) só até ferver . Desligar e juntar a essência de baunilha. Deixar arrefecer e colocar na máquina de fazer gelados. Quando já estiver quase pronto juntar o doce de amora e mexer. O normal é ver-se um "marmoreado" devido ao contraste entre a cor do gelado e do doce. Eu optei por mexer mais um pouco e por isso ficou sem contraste nenhum. Adorei o sabor.

PÃO DE MANTEIGA DE AMENDOIM E CAJU







Este pão é tão saboroso que se pode comer sem nada.
O caju pode ficar mais ou menos triturado conforme o gosto de cada um. Eu utilizo a manteiga (ou pasta) de amendoim sem sal, da marca Ignoramus, sem corantes nem conservantes. Quem tiver tempo também pode fazer em casa.

Ingredientes
300 ml de água
40 g de manteiga de amendoim sem sal
30 g de açúcar
1 e 1/2 c. de café de sal
2 e 1/2 c. de café de leite em pó
500g de farinha de trigo T 55
1 e 1/2 c. de café de levedura desidratada
50 g de caju (cru)
Introduzi todos os ingredientes na cuba da MFP ( excepto o caju) exactamente pela ordem que indico. Seleccionei o programa "pão doce" tamanho I cor média.
Levei o caju a tostar ligeiramente numa frigideira antiaderente (sem gordura) e triturei grosseiramente. Juntei à massa quando soou o "Bip".

Nota: Como o caju é caro e normalmente o que existe nos supermercados já vem torrado e com toneladas de sal em cima, costumo comprar o meu, em quantidades maiores, no mercado de Alvalade. Encomendo com a antecedência de um dia e consigo comprar mais barato porque escolho os que vêm partidos e por só por isso já não são vendidos para as lojas.

CARIL DE SOJA COM VEGETAIS E CAJU



Depois de fazer um strogonof de frango com cogumelos ( que toda a gente sabe fazer e por isso me abstenho de mostrar) como alternativa para minha pequena "artista", resolvi acabar com o resto do pacote de nacos de soja e começar a atacar em força as couves-de-bruxelas que ainda andam e andarão cá por casa...
Utilizei os seguintes ingredientes:


1 cháv. grande (almoçadeira) de nacos de soja

1 cháv. grande de couves de bruxelas

1 cháv. pequena de ervilhas

4 tomates pelados (de lata)

1 cebola média

2 dentes de alho grandes

1 maçã reineta

1 colh. de sopa de caril indiano

1 colh de sopa de ghee *

1 caldo de vegetais biológico

1 cháv. pequena de cajú cru e sem sal

1 lata de leite de coco

1 pacote de natas de soja light


Para acompanhar fiz arroz Maharani que é muito saboroso e sobretudo óptimo para diabéticos (porque tem um índice glicémico muito baixo) e se pode encontrar nas grandes superfícies. Normalmente aproveito as promoções para comprar em grandes quantidades. Também se pode utilizar o arroz basmati ou outro.


Primeiro cozi as couves de bruxelas com um pouco de sal (não esquecer de tirar as folhas exteriores e fazer um corte em cruz no pé) e hidratei os nacos de soja levando-os ao lume com o caldo de legumes cobertos com água. Ao fim de 10 min. desliguei ambos os lumes e escorri as couves e a soja.

Depois comecei a refogar (muito ligeiramente) a cebola picada e o alho e juntei a soja ( espremer bem) deixando apurar um pouco. Adicionei o tomate, a maçã (descascada e ralada) e as ervilhas (das congeladas), polvilhei com metade da quantidade de caril e do leite de coco e envolvi bem. Tapei o tacho (manter sempre o lume baixo) e deixei as ervilhas cozer cerca de 8 min. Ao fim desse tempo juntei as couves de bruxelas (cortadas ao meio para absorver bem os sabores do molho) e o resto do caril e do leite de coco e as natas de soja, misturando tudo com cuidado para não desfazer demasiado as couves. Não foi necessário adicionar sal. Já com o lume desligado juntei o cajú (previamente tostado numa frigideira sem gordura).


O arroz foi polvilhado com sementes de sésamo pretas.


Por hábito e gosto junto sempre (no prato) algumas passas de uva cujo sabor combina na perfeição com o ligeiro picante do caril.

*Ghee - manteiga usada na alimentação indiana.. É uma manteiga clarificada e purificada, livre de todos os seus resíduos lácteos. A água e os elementos sólidos do leite foram removidos pelo aquecimento lento e pela filtragem. Pode preparar-se em casa a partir da manteiga sem sal. A minha foi comprada no mercado de Alvalade (Lisboa) numa banca de produtos indianos.